Escutar, tocar, nascer e eternizar…

Quando alguém escuta uma composição sua, é como se você nascesse novamente naquele momento, no coração de alguém. Quando essa música toca a alma de quem a ouve, você se eterniza, no pensamento mais recente.

Fernando Lauro Pereira

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“Eu escuto as cores”

Lembra do filme “O som do coração“?

Pois é, acho que dá pra traçar um paralelo com a história do artista Neil Harbisson, que nasceu completamente cego para cores, mas atualmente, graças a tecnologia, um dispositivo preso a sua cabeça transforma as cores em frequências audíveis. Em vez de ver o mundo em tons de cinza, Harbisson pode ouvi-las como uma sinfonia de cores — e, sim, pode até mesmo ouvir rostos e pinturas.

Fonte: http://www.ted.com/talks/neil_harbisson_i_listen_to_color.html

Cores dos Sons